Autoconhecimento: o lapidador do discernimento

Se “a vida é feita de escolhas”, como escolher certo se as emoções, naturalmente, infiltram-se no dia-a-dia? Reconhecer a força de uma emoção é fundamental, contudo é prudente evitar submeter-se a ela.

Há outro dito: “siga o seu coração”, embora poético, é arriscado.  Por que  passar por cima da razão? Quais as consequências deste ato? Somos seres racionais, contudo não estamos acostumados a depurar nossas emoções com o uso pontual da racionalidade. Esta é a função do autoconhecimento: lapidar o discernimento. 

Esse post foi publicado em Reflexões e marcado por Elisete Pagano. Guardar link permanente.

Sobre Elisete Pagano

Pesquisadora, professional & self coach, analista comportamental, palestrante e consultora sênior em Liderança, Comportamento e Relações de Poder. Mestre em Educação - Unisinos; Professional & Self Coach - IBC; Especialista em Planejamento Estratégico de RH - UFRGS e Eng. da Qualidade - PUCRS; Especializanda em Filosofia Clínica - Instituto Packter; Especializanda em Psicologia Junguiana - FACIS/SP; Pós-graduada em Auditorias da Qualidade - PUCRS; Engª Química - PUCRS. Analista de Perfil Comportamental certificada pelo IBC. Exerceu função de Gerente de Desenvolvimento e de Processos em empresas de médio e grande porte, líderes de mercado. Atua em desenvolvimento comportamental de pessoas e organizações, com aperfeiçoamento de lideranças e autoconhecimento. Professora em cursos de extensão universitária. Sócia da Intelligentia Assessoria Empresarial.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

66 − 59 =